HomeAtrásAdelanteMapa de SitioE-MailAyudaChatQuienes Somos
Home Mercados - Colunas - Câmbio

Câmbio

  Outros links
Home Page
Página Principais Mercados
Dicas do Día
Fechamento do Día
Noticias
   

Índice
Data Descrição
21/1/2005 SÃO PAULO - Relatório divulgado nesta sexta-feira pela Planner Corretora destaca que a Marcopolo se prepara para um período de difícil negociação nos próximos contratos junto às suas prestadoras de serviços. Segundo os analistas da instituição, isso se deve ao reajuste implícito na MP n° 232/2004, que eleva o custo do frete.

Por força da MP, a Planner relata que as transportadoras deverão repassar para seus preços ao menos parte da elevação da carga tributária prevista para as prestadoras de serviços. Por força dessa carga tributária, a corretora estima reajuste no custo dos fretes de 2,71%.

Sem problemas no fronte externo

Se no mercado interno há esse desafio a ser vencido, no setor externo a Planner relata que a Marcopolo tem hoje condições de mandar ônibus completos do Brasil para diversos mercados no exterior, com destaque para a nova fronteira focada pela empresa, a China.

Hoje, as receitas de exportação da empresa são firmes junto às operações internacionais, sendo que as exportações respondem por cerca de 55% da produção da empresa.

Recomendação é de compra

A Planner recomenda a compra dos papéis da Marcopolo, com preço alvo de R$ 7,30, o que representa um potencial de valorização na faixa de 12%. Nesta sexta-feira, os papéis preferenciais da empresa são cotados a R$ 6,50, com valorização de 0,77%, enquanto no ano as ações exibem desvalorização de 4,97%.
20/1/2005 SÃO PAULO - Com os investidores preocupados e acreditando que o processo de elevação dos juros ainda está longe do seu fim, o Ibovespa encerrou suas negociações em forte queda nesta manhã, rompendo a barreira dos 24.000 pontos. Vale citar que a queda é generalizada e apenas duas ações operam em alta.

Com isso, o índice da bolsa paulista encerrou a primeira parte das negociações em baixa de 2,09%, cotado a 23.765 pontos. O volume financeiro no pregão da manhã atingiu os R$ 582,64 milhões e a projeção para o fim das negociações indica que o volume deverá chegar a R$ 1,29 bilhão.

Política econômica em evidência

De uma maneira geral, os investidores seguem revendo suas posições um dia após o colegiado do Banco Central elevar a taxa básica de juros da economia em 0,50 ponto percentual para 18,25% ao ano. A decisão, que foi unânime e sem viés, foi a quinta seguida implementada pela autoridade monetária desde setembro.

A decisão de dar "prosseguimento ao processo de ajuste da taxa de juros" elevou as perspectivas de que o aperto monetário não está tão perto do fim como o mercado e analistas esperavam.

Os investidores vão aguardar agora o anúncio do relatório Focus do Banco Central e a ata desta última reunião do Copom para traçar melhor o futuro dos juros e inflação.

Nota de Política fiscal

Ainda no plano econômico, de acordo com os dados divulgados pelo Banco em sua Nota do Setor Externo, o saldo de transações correntes registrou um bom desempenho no mês de dezembro e, em 2004, devido, basicamente, ao expressivo aumento das exportações e pequeno crescimento das despesas com serviços e rendas.

Conforme os números apresentados, o saldo de transações correntes apresentou um superávit de US$ 1,211 bilhão em dezembro de 2004, valor bem superior ao resultado positivo de US$ 343 mil apurado em igual período do ano anterior. No acumulado de 2004, por sua vez, a conta de transações correntes somou um saldo positivo de US$ 11,669 bilhões, melhor desempenho, portanto, que o superávit de US$ 4,177 bilhões acumulado nos doze primeiros meses do ano anterior.

Em termos de participação no PIB (Produto Interno Bruto), a melhora fica ainda mais evidente. Isto porque, segundo os dados do Banco Central, a relação transações correntes/PIB registrou um forte aumento na comparação anual, passando de 0,82% nos doze primeiros meses de 2003 para 1,94% em igual período do ano passado.

Cenário corporativo

Passando para a esfera corporativa, a Confab Industrial veio à público comunicar a assinatura de um contrato de R$ 242 milhões com a Petrobras para fornecimento de tubos de aço para a construção de construção do gasoduto Coari-Manaus.

Já a Embraer comunicou, no final da tarde de quarta-feira, ao mercado que a Republic Airways Holdings acrescentou à sua carteira de pedidos 16 pedidos firmes e 34 opções de jatos modelo Embraer 170.

Com isso, a carteira de pedidos da Republic Airways foi elevada para 39 pedidos firmes e 61 opções, todos do modelo Embraer 170. Dos 16 pedidos firmes, dois já haviam sido computados no relatório de entregas da Embraer no quarto trimestre de 2004. O valor total dos 16 pedidos firmes é de US$ 400 milhões.

E, finalizando, a fabricante de cigarros Souza Cruz foi multada em R$ 960 mil pelo Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) por exigir exclusividade dos postos de venda na exposição e merchandising de seus produtos em shopping centers e aeroportos.

Papéis em destaque

Entre os destaques de queda estavam os papéis Tele Leste Celular PN (TLCP4, -7,84%), Cesp PN (CESP4, -5,02%), BrT Participações PN (BRTP4, -4,33%), Embratel PN (EBTP4, -3,88%) e Brasil Telecom PN (BRTO4, -3,53%).

Por outro lado, as ações Klabin PN (KLBN4, +0,81%), Eletropaulo PN N2 (ELPL4, +0,43%), Telesp Celular PN (TSPP4, 0,00%), Celesc PNB(CLSC6, 0,00%) e Tractebel ON (TBLE3, -0,12%) encerraram a manhã em alta.

Os maiores volumes ficaram com Telemar PN (TNLP4, R$ 66,38 milhões), Vale Rio Doce PNA (VALE5, R$ 38,93 milhões), Petrobras PN (PETR4, R$ 33,87 milhões), Itaubanco PN (ITAU4, R$ 27,21 milhões) e Sabesp ON (SBSP3, R$ 23,68 milhões).

Bolsas internacionais

Nos Estados Unidos, as principais bolsas operam em baixa, com os investidores atentos ao cenário econômico e, principalmente, no aguardo de novos resultados corporativos. Os ganhos abaixo do esperado divulgados pela eBay e uma previsão de lucro abaixo do esperado feita pela Qualcomm Inc pressionavam o mercado.

Dessa forma, o índice Nasdaq Composite, que concentra as ações de tecnologia norte-americanas, opera em baixa de 0,61% e atinge 2.061 pontos. Seguindo esta tendência, o índice S&P 500 desvaloriza-se 0,34% a 1.181 pontos, da mesma forma, o índice Dow Jones, que mede o desempenho das 30 principais blue chips norte-americanas, caiu 0,11% a 10.528 pontos.

No que se refere aos mercados europeus, o índice DAX 30 da bolsa de Frankfurt registra baixa de 0,51% e atinge 4.224 pontos; no mesmo sentido, o índice CAC 40 da bolsa de Paris desvaloriza-se 0,49% chegando a 3.850 pontos e o FTSE 100, da bolsa de Londres, caiu 0,43% a 4.798 pontos.

Dólar sobe na manhã

No mercado de câmbio, o dólar comercial opera em alta, refletindo a valorização da moeda norte-americana frente ao euro. Nem mesmo o anúncio de captações de empresas brasileiras ou a possibilidade de que a elevação do juro básico leve a uma maior atratividade dos ativos de renda fixa brasileiros puderam conter a alta da moeda norte-americana.

Dessa maneira, o dólar comercial está sendo cotado a R$ 2,7200 na compra e R$ 2,7210 na venda, alta de 0,44% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana é negociada a R$ 2,9900, representando um ágio de 9,93% em relação ao dólar comercial.

Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em fevereiro operava cotado a R$ 2.735, alta de 0,48% em relação ao fechamento anterior.

Decisão do Copom

Percebe-se que as perdas do mercado nesta manhã foram impulsionadas pela revisão de carteiras, um dia após o Copom elevar os juros, e pela percepção de que o processo de alta da Selic ainda está logo de fim.

No decorrer da tarde, a tendência negativa verificada até o momento deve continuar. O fraco desempenho do mercado acionário dos EUA tende a contribuir para isso.
18/1/2005 SÃO PAULO - O dólar comercial está sendo cotado a R$ 2,7160 na compra e R$ 2,7170 na venda, alta de 0,59% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana está sendo negociada a R$ 3,0070 na venda, representando um ágio de 10,71% em relação ao dólar comercial.

Dólar futuro na BM&F também opera em alta

Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em fevereiro está sendo cotado a R$ 2,733, alta de 0,66% em relação ao fechamento de R$ 2,715 da última segunda-feira. O contrato com vencimento em março, por sua vez, opera em alta de 0,36%, atingindo R$ 2,755 frente a R$ 2,745 do fechamento de segunda-feira.
14/1/2005 SÃO PAULO - Na terceira semana de janeiro, a atenção dos investidores estará voltada para a reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), que será iniciada na terça-feira e, após a reunião de quarta-feira será divulgada a nova taxa Selic.

Nos Estados Unidos, o destaque fica com a divulgação do CPI, o índice de preços ao consumidor, referente a dezembro, que acontece na quarta-feira.

Confira a agenda da terceira semana de dezembro Na segunda-feira (17/01), haverá a divulgação do relatório Focus, que compila a opinião de aproximadamente cem instituições financeiras sobre os principais índices macroeconômicos. Com base nesse relatório, o mercado consegue traçar as projeções para a economia brasileira.

Também ocorre a divulgação do resultado da balança comercial brasileira, que é divulgado semanalmente pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e tem como referência a semana terminada em 15 de janeiro.

Ainda na segunda-feira, o IBGE divulga a Pesquisa Industrial de Empregos e Salários. Os dados são referentes ao mês de dezembro e apresentam resultados para todo o Brasil, e para vários gêneros de indústria, focando-se na indústria geral, extrativa mineral e de transformação.

Nos Estados Unidos, nenhum indicador relevante será divulgado, em função do feriado em homenagem ao nascimento de Martin Luther King.

Na terça-feira (18/01), tem início a reunião do Copom, que decidirá a nova taxa básica de juro da economia brasileira. A reunião tem duração de dois dias.

Neste mesmo dia, a FGV (Fundação Getúlio Vargas) divulga o IGP-10 (Índice Geral de Preços-10), referente a janeiro. Esse índice, bastante utilizado pelo mercado, mede a evolução geral de preços na economia, criando assim uma medida da inflação nacional.

Também na terça-feira, será divulgada a variação anual das vendas no varejo, com base no mês de novembro e o IBGE divulga Pesquisa Mensal do Comércio, com indicadores calculados para cada região do país. A pesquisa traz o indicador de volume e o índice nominal de vendas no varejo ambos para cada estado.

Nos Estados Unidos, será divulgado o NY Empire State Index, referente a janeiro. Esse índice é calculado pelo Federal Reserve Bank of New York mensalmente, e é responsável pela mensuração da atividade manufatureira na região.

Na quarta-feira (19/01), a atenção dos investidores deve se voltar para a divulgação da nova taxa Selic, que ocorrerá após o término da reunião do Copom. O mercado aposta em alta de até 50 pontos-base na taxa.

Neste mesmo dia, sai o IPC (Índice de Preços ao Consumidor), calculado pela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas). O índice é divulgado semanalmente.

Ainda na quarta-feira, sai a Nota de Mercado Aberto, relatório sobre as operações realizadas no mercado aberto pelo Banco Central em dezembro, como a venda de títulos federais, além de retratar o perfil da dívida pública mobiliária federal interna no período.

Nos Estados Unidos, o Fed divulga o CPI (índice de preços ao consumidor) referente a dezembro e o núcleo do CPI, que é mensurado com a exclusão dos gastos com energia e alimentação.

Ainda na quarta-feira, o Departamento de Comércio dos EUA divulga o Housing Starts, ou seja, o número de casas que começam a ser construídas nos EUA e o Building Permits, que mostra o número de autorizações para construção imobiliária, ambos indicadores são referentes a dezembro.

Finalmente, na quarta-feira também será divulgado o Fed´s Beige Book, ou seja, o livro bege do Fed. Este indicador mostra a atualidade econômica norte-americana.

Na quinta-feira (20/01), sai a Nota do Setor Externo, relatório divulgado pelo Banco Central contendo informações sobre o balanço de pagamentos e as reservas internacionais.

Nos Estados Unidos, será anunciado o Initial Claims, que mede o número de pedidos de auxílio-desemprego no país na semana terminada em 14 de janeiro, e é utilizado como termômetro da atividade econômica local.

Neste mesmo dia, O Federal Reserve da Philadelphia divulga o Philadelphia Fed Index, que mede o nível da atividade industrial dos EUA em janeiro.

Além disso, o Conference Board divulga o Leading Indicators, referente a dezembro, relatório que compreende vários índices já divulgados, como pedidos de auxílio-desemprego, custo de mão-de-obra, permissões para construção, entre outros.

Na sexta-feira (21/01), sai a segunda prévia do IGP-M (Índice Geral de Preços-Mercado), de janeiro, divulgado pela Fundação Getúlio Vargas.

Nos Estados Unidos, a Universidade de Michigan divulga o Michigan Consumer Sentiment Index, referente a janeiro. Este índice mede a confiança do consumidor norte-americano.
11/1/2005 SÃO PAULO - Os principais índices acionários norte-americanos operam novamente em baixa nesta terça-feira, tendência predominante ao longo deste novo ano.

Um dos destaques na sessão é o anúncio do resultado do quarto trimestre fiscal da AMD, principal concorrente da Intel na fabricação de micro-processadores para PCs e importante companhia do setor tecnológico mundial. Os dados ficaram abaixo do esperado e pressionam os papéis de semicondutores.

Ações da AMD caem forte e pressionam o mercado

A AMD divulgou seu resultado na última segunda-feira, após o fechamento do pregão, e mostrou que os ganhos do quarto trimestre não alcançaram as expectativas dos analistas, principalmente em função da forte concorrência no setor de chips de memória.

Com os efeitos ocorrendo nesta terça-feira, os papéis da AMD operam em forte queda de 20,86%, pressionando inclusive o Philadelphia Semiconductor, índice que concentra papéis de semicondutores, em queda de 6,97 pontos ou variação negativa de 1,74%.

O mercado aguarda também os resultados da Intel, que serão divulgados após o fechamento da sessão desta terça-feira.

Nasdaq lidera as perdas

O índice Nasdaq Composite, que concentra as ações de tecnologia, opera em desvalorização de 0,52% e atinge 2.086 pontos.

O Dow Jones, que mede o desempenho das 30 principais blue chips norte-americanas, negocia em leve baixa de 0,48% a 10.570 pontos, enquanto o S&P 500, que engloba as 500 principais empresas dos EUA, cai 0,45%, chegando a 1.185 pontos.
5/1/2005 SÃO PAULO - A Fator Corretora divulgou nesta quarta-feira nota reiterando a recomendação de "atraente" para as ações da Sabesp, companhia de saneamento básico do Estado de São Paulo, e esclarecendo as notícias publicadas pela imprensa a respeito das mudanças regulatórias no setor.

Novo modelo enfatiza gestão compartilhada A nota destaca a conclusão dos trabalhos do grupo interministerial que analisava as sugestões para o aprimoramento do marco regulatório do setor de saneamento básico. Assim, o novo modelo deve ser enviado ao Congresso em fevereiro.

Os analistas da corretora lembram que a definição do assunto vem se arrastando há mais de seis meses, aumentando as incertezas sobre o setor.

O novo modelo deve enfatizar a gestão compartilhada entre Estados e Prefeituras dos serviços de saneamento básico nas regiões metropolitanas e, segundo a corretora, deve ser acompanhado com bastante atenção pelos investidores.

Analistas mantém recomendação

Os analistas da Fator acreditam que a eleição de José Serra para a prefeitura de São Paulo deve facilitar as relações para a implementação do novo modelo, reduzindo os riscos sobre as ações da Sabesp.

Nesse sentido, a corretora mantém a recomendação de atraente para as ações ordinárias da Sabesp, com preço alvo de R$ 192,00 por mil ações e potencial de valorização de 28%.
28/12/2004 SÃO PAULO - Estamos nos aproximando do fim de mais um ano e é nesta época que muitos investidores fazem o balanço de seus investimentos e, principalmente, começam a planejar quais serão as estratégias a serem implementadas em 2005.

Para ajudar nesta difícil etapa, a InfoMoney consultou uma série de analistas para estimar qual o potencial de valorização das ações da Petrobras, um dos ativos mais negociados na Bovespa e bastante procurado por pequenos investidores, que normalmente encontram acesso restrito a esse tipo de informação.

Desempenho previsto acima do Ibovespa

Neste sentido, as ações da maior empresa brasileira devem, de acordo com os analistas consultados, apresentar um desempenho significativamente superior à média do mercado em 2005.

Com base nas projeções dos analistas consultados, o Ibovespa, principal índice acionário brasileiro e que atualmente compila do desempenho dos 53 ativos mais negociados na bolsa paulista, deve subir aproximadamente 22% em 2005, encerrando o ano que vem próximo a 31.800 pontos.

Já a valorização estimada para as ações da Petrobras se apresenta próxima a 30% para os papéis ordinários, que mostram um preço alvo médio em torno de R$ 138,00, e de cerca de 33% para as ações preferenciais, com preço alvo médio na faixa de R$ 128,00.

Banco Itaú é o que projeta o maior potencial de valorização

Dentre os analistas pesquisados, os do Itaú são os que projetam o maior potencial de valorização. O banco acredita que as ações ordinárias da Petrobras vão chegar no fim de 2005 valendo algo em torno de R$ 151,25, mesmo preço projetado para as preferenciais. Levando em conta as cotações desta terça-feira, isso representa uma alta de cerca de 42% e 56% em doze meses, respectivamente.

Já os analistas da corretora de valores Socopa estão um pouco menos otimistas. Para estes as ações ordinárias da Petrobras vão chegar ao fim de dezembro de 2005 cotadas a R$ 121,56, uma valorização de 14% frete ao nível atual. No caso das ações preferenciais, o preço-alvo estimado é de R$ 109,01, ou um ganho de cerca de 13% frente à cotação atual.

Vale destacar que os analistas do banco de investimentos Merril Lynch projetam um preço alvo, para dezembro do ano que vem, de R$ 140 tanto para as ações ordinárias como para as preferenciais da estatal. Na média, o preço-justo estimado das ações ordinárias da companhia se apresentou em R$ 138 e, para os papéis preferenciais, em R$ 128. Oito instituições diferentes opinaram sobre o preço-alvo das ações preferenciais da companhia; já no caso das ações ordinárias, seis contribuíram com suas projeções.

Dependência do mercado interno deve cair

Para os analistas da Merrill Lynch, dentre os fatores que devem impulsionar os ganhos e as ações da Petrobras, o destaque fica aumento das projeções referentes ao volume de óleo produzido e exportado pela companhia. Graças à entrada em operação de novas plataformas e outros projetos, a companhia conseguirá elevar de forma consistente o volume de óleo extraído, podendo alcançar a auto-suficiência na produção de petróleo já no quarto trimestre de 2005.

Esse fato é muito relevante, pois indica que, muito em breve, a empresa passará a exportar uma quantidade significativa de petróleo, diminuindo sua dependência em relação ao mercado doméstico. Neste contexto, uma maior participação no mercado internacional de petróleo tente a melhorar a posição da empresa diante das suas concorrentes internacionais.

Vale citar que a dependência do mercado local é, segundo analistas, um dos principais responsáveis pela subavaliação das ações da Petrobras em relação às suas concorrentes mundiais.
24/12/2004 SÃO PAULO - A última semana de dezembro será marcada pela reduzida quantidade de indicadores a serem divulgados. Destaque, no cenário doméstico, para o IGP-M de dezembro, que será divulgado pela Fundação Getúlio Vargas na quarta-feira.

Nos Estados Unidos, a atenção dos investidores deve se voltar para a divulgação do Consumer Confidence, a confiança do consumidor, que será revelado na terça-feira pela Conference Board.

Confira a agenda da última semana de dezembro

Na segunda-feira (27/12), haverá a divulgação do relatório Focus, que compila a opinião de aproximadamente cem instituições financeiras sobre os principais índices macroeconômicos. Com base nesse relatório, o mercado consegue traçar as projeções para a economia brasileira. Nos Estados Unidos, não haverá a divulgação de nenhum indicador importante.

Na terça-feira (28/12), não haverá a divulgação de nenhum indicador importante da economia brasileira.

Nos Estados Unidos, sai o Consumer Confidence, índice que mede a confiança dos consumidores em cerca de 5.000 lares norte-americanos. Calculado pela Conference Board, o índice é referente ao mês de dezembro.

Na quarta-feira (29/12), a Fundação Getúlio Vargas divulga o IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) referente ao mês de dezembro.

Nos Estados Unidos, a Associação dos Corretores de Imóveis dos EUA revela o Existing Home Sales, cálculo do número de casas usadas vendidas no país em novembro.

Na quinta-feira (30/12), não haverá a divulgação de nenhum indicador importante da economia brasileira.

Nos Estados Unidos, será anunciado o Initial Claims, que mede o número de pedidos de auxílio-desemprego no país na semana terminada em 25 de dezembro, e é utilizado como termômetro da atividade econômica local.

Neste mesmo dia, sai o PMI (Purchasing Managers Index), pesquisa que mede o nível de atividade industrial nos EUA, referente a dezembro.

Na sexta-feira (31/12), será comemorada a véspera do Ano Novo e o mercado brasileiro não abre. Já nos Estados Unidos, as bolsas operarão, porém, sem a divulgação de nenhum indicador importante.
23/12/2004 SÃO PAUL - O Departamento de Comércio dos EUA divulgou, nesta quinta-feira, o índice Durable Good Orders relativo ao mês de novembro.

O indicador, que mede o volume de pedidos e entregas de bens duráveis feitos à indústria norte-americana, apontou alta de 1,6% no referido mês frente ao índice revisado do mês anterior, que apurou variação negativa de 1,1%, ficando ainda bem acima das estimativas dos analistas, que apostavam em um aumento de 0,7% no período.

Entenda o índice

O Durable Good Orders é uma boa medida do nível de atividade industrial na economia norte-americana, sendo que a queda de pedidos e de entregas é mais um indicador do desaquecimento do setor industrial nos EUA. Ao contrário, o aumento do índice pode indicar que a indústria norte-americana opera em expansão.
22/12/2004 SÃO PAULO - A expectativa ao redor da divulgação do relatório de estoques de petróleo dos Estados Unidos nesta quarta-feira está gerando pressão de baixa sobre os preços negociados nos mercados internacionais.

De acordo com o calendário semanal, o Departamento de Energia dos EUA divulgará nesta quarta-feira às 13:30h, horário de Brasília, o relatório semanal de estoques de petróleo referente à semana terminada em 17 de dezembro. Segundo as projeções do mercado, o nível dos estoques do país deve apresentar a segunda queda consecutiva, apresentado baixa de 600 mil barris.

Derivados e calefação

Em relação aos estoques de derivados (diesel e óleo para calefação), as previsões apontam para uma queda de 1,25 milhão nos estoques, alimentados pelo forte frio que atinge a região nordeste dos EUA, responsável pelo consumo de 80% do produto para aquecimento do país.

Mesmo com a redução do nível de petróleo, os estoques devem atingir cerca de 293,2 milhões, patamar acima do verificado no ano anterior, quando o relatório registrava cerca de 280 milhões de barris. A alta se deve ao volume de produção da Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo), que mesmo reduzindo a produção em 1 milhão de barris por dia, ainda continua em pleno vapor, o que alivia as pressões sobre os preços.

Petróleo em queda nesta quarta-feira

A cotação do barril do petróleo Brent, negociado no mercado de Londres, atinge US$ 42,08 nesta quarta-feira, em baixa de 0,68% em relação ao último fechamento.

Com o desempenho negativo de hoje, o petróleo acumula forte baixa de 6,90% neste mês de dezembro. Por sua vez, a variação no ano fica positiva em 40,44%, já que a commodity encerrou o ano passado cotada a US$ 30,17 por barril em Londres.

O contrato com vencimento em fevereiro de 2002, que apresenta maior liquidez no mercado de Nova York, opera a US$ 45,56 por barril, configurando uma baixa de 0,44% frente ao fechamento anterior.
 


[ Informação Legal ] - [ Acerca de InvestirOnLine.com ] - [ Consultas ]

Bartolomé Mitre 699 - Piso 5 - Capital Federal (C1036AAK) - Buenos Aires - Argentina
Tel: (54)(11) 4000-1400 - Para el interior del País: 0810-1222-IOL(465)
© Copyright 1999-2008 InvestirOnLine.com, todos os direitos reservados. A utilização deste Site presume a aceitação dos Termos e Condições Gerais de Uso. Esta página web e todo o seu conteúdo são exclusivamente para uso pessoal e não deve ser copiada, reproduzida, modificada, publicada, transferida ou distribuída de nenhuma maneira, sem a prévia autorização por escrito de InvestirOnLine.com.

Soporte En Linea, Chat en Tiempo Real, Click Aqui
 Melhores Nasdaq
Símbolo
Variaç.
SANM 7,35%
NTAP 6,10%
LVLT 4,44%
SNDK 2,99%
QLGC 2,97%
Ult. Modificação 27/8 17:00 Hora Buenos Aires
Usuário
Senha