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21/1/2005 SÃO PAULO - Em um tímido movimento de recuperação, o Ibovespa encerrou a manhã em leve alta nesta sexta-feira. De uma maneira geral, os investidores analisam a desaceleração dos preços medidos pelo IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) e aproveitam para comprar ações que foram muito penalizadas nos últimos dias.

Entretanto, as preocupações em relação ao futuro dos juros no Brasil e Estados Unidos, além do fraco desempenho das bolsas norte-americanas, verificada nesta manhã, aliada a alta do petróleo, limitaram os ganhos. Com isso, o índice da bolsa paulista encerrou a primeira parte das negociações em alta de 1,03%, cotado a 23.853 pontos.

O volume financeiro no pregão da manhã atingiu os R$ 408,64 milhões e a projeção para o fim das negociações indica que o volume deverá chegar a R$ 1,09 bilhão.

Inflação medida pelo IGP-M apresenta forte desaceleração No plano econômico, o destaque até o momento fica para a divulgação da segunda prévia de janeiro do IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) da Fundação Getúlio Vargas. No período foi registrada uma inflação de 0,28%, valor bem inferior, portanto, aos 0,63% registrados na segunda medição de dezembro.

Apesar de positiva, a menor alta dos preços medidos pelo IGP-M acabou não gerando um grande impacto sobre o mercado. Isso correu porque o índice de preços ao consumidor (IPC), um dos componentes do indicador, registrou alta de 0,66%, maior do que a variação positiva de 0,51% apresentada na segunda prévia de dezembro.

Os investidores seguem atentos à evolução dos indicadores de preços e a qualquer dado que possa influenciar as decisões do Banco Central sobre a condução da política econômica do país. Neste contexto, o anúncio da ata da última reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), que ocorrerá na próxima quinta-feira, segue sendo aguardado com grande expectativa.

O documento deve descrever as razões que levaram a autoridade monetária a elevar a taxa Selic em 50 pontos base para 18,25% ao ano e, junto com as projeções do relatório Focus, devem ajudar os investidores traçar suas perspectivas sobre a economia do país.

Cenário corporativo

No âmbito corporativo, por falha técnica, uma das plantas da Copesul, indústria petroquímica, deixou de operar na quinta-feira entre as 17h e 1h da madrugada de sexta-feira. Isso acabou provocando a paralisação de outra fábrica, o que afetou a produção da companhia.

A Copesul afirmou que ainda não avaliou o volume de produtos que deixou de ser fabricado no período, e reiterou que o acidente não prejudicou a capacidade produtiva da companhia.

Já a Gol Linhas Aéreas recebeu autorização para operar vôos regulares com destino a Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia. As operações devem iniciar no primeiro semestre de 2005. Depois da Argentina, a Bolívia será o segundo destino internacional da Gol.

Papéis em destaque

Entre os destaques de alta estavam os papéis Vale Rio Doce ON (VALE3, +5,65%), Caemi PN (CMET4, +4,27%), Vale Rio Doce PNA (VALE5, +4,13%), Bradespar PN (BRAP4, +3,60%) e Net PN (PLIM4, +3,12%).

Por outro lado, as ações Brasil ON (BBAS3, -2,57%), BrT Participações ON (BRTP3, -1,19%), Telemar Norte Leste PNA (TMAR5, -1,07%), Sabesp ON (SBSP3, -1,04%) e Ipiranga Petróleo PN (PTIP4, -0,88%) encerraram a manhã em queda.

Os maiores volumes ficaram com Vale Rio Doce PNA (VALE5, R$ 45,81 milhões), Petrobras PN (PETR4, R$ 27,66 milhões), Telemar PN (TNLP4, R$ 25,85 milhões), Itaubanco PN (ITAU4, R$ 24,20 milhões) e Vale Rio Doce ON (VALE3, R$ 23,33 milhões).

Bolsas internacionais

Nos Estados Unidos, recuperando parte das recentes perdas e impulsionadas pelo anúncio de ganhos acima do esperado, da General Electric, as principais bolsas operam em alta. Na esfera econômica, a Universidade de Michigan divulgou o Michigan Sentiment, pesquisa sobre confiança do consumidor nos EUA. O indicador ficou em 95,8 pontos em janeiro, abaixo das expectativas do mercado, que apontavam para 97,5 pontos, e do índice do mês anterior, que havia se apresentado em 97,1 pontos.

Dessa forma, o índice Nasdaq Composite, que concentra as ações de tecnologia norte-americanas, opera em leve alta de 0,49% e atinge 2.056 pontos. Seguindo esta tendência, o índice Dow Jones valoriza-se 0,27% a 10.499 pontos, da mesma forma, o índice S&P 500, que engloba as 500 principais empresas norte-americanas, sobe 0,25% a 1.178 pontos.

No que se refere aos mercados europeus, o índice CAC 40 da bolsa de Paris registra leve alta de 0,29% e atinge 3.854 pontos; no mesmo sentido, o índice FTSE 100 da bolsa de Londres valoriza-se 0,18% a 4.809 pontos. Por outro lado, o DAX 30 da bolsa de Frankfurt opera em leve baixa de 0,06%, atingindo 4.218 pontos.

Dólar cai na manhã

No mercado de câmbio, o dólar opera em queda, acompanhando o movimento da moeda norte-americana no mercado internacional, onde o dólar se desvaloriza frente ao euro. O Banco Central comprou dólar a R$ 2,706, porém, a operação não foi suficiente para impedir a desvalorização da moeda frente ao real.

Dessa maneira, o dólar comercial está cotado a R$ 2,6980 na compra e R$ 2,7000 na venda, baixa de 0,66% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana é negociada a R$ 3,0000, representando um ágio de 11,19% em relação ao dólar comercial. Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em fevereiro operava cotado a R$ 2.703, forte baixa de 0,92% em relação ao fechamento anterior.

Mercado se recupera

Percebe-se que o desempenho do Ibovespa foi impulsionado por um movimento de ajuste técnico. Vale citar que o índice paulista acumula queda de 5,34% na semana e de 9,02% no ano. A desaceleração da inflação medida pelo IGP-M também contribuiu.

No decorrer da tarde, essa tendência de recuperação deve se confirmar. A recuperação dos índices acionários dos EUA também deve contribuir com os ganhos.
20/1/2005 SÃO PAULO - Com os investidores preocupados e acreditando que o processo de elevação dos juros ainda está longe do seu fim, o Ibovespa encerrou suas negociações em forte queda nesta manhã, rompendo a barreira dos 24.000 pontos. Vale citar que a queda é generalizada e apenas duas ações operam em alta.

Com isso, o índice da bolsa paulista encerrou a primeira parte das negociações em baixa de 2,09%, cotado a 23.765 pontos. O volume financeiro no pregão da manhã atingiu os R$ 582,64 milhões e a projeção para o fim das negociações indica que o volume deverá chegar a R$ 1,29 bilhão.

Política econômica em evidência

De uma maneira geral, os investidores seguem revendo suas posições um dia após o colegiado do Banco Central elevar a taxa básica de juros da economia em 0,50 ponto percentual para 18,25% ao ano. A decisão, que foi unânime e sem viés, foi a quinta seguida implementada pela autoridade monetária desde setembro.

A decisão de dar "prosseguimento ao processo de ajuste da taxa de juros" elevou as perspectivas de que o aperto monetário não está tão perto do fim como o mercado e analistas esperavam.

Os investidores vão aguardar agora o anúncio do relatório Focus do Banco Central e a ata desta última reunião do Copom para traçar melhor o futuro dos juros e inflação.

Nota de Política fiscal

Ainda no plano econômico, de acordo com os dados divulgados pelo Banco em sua Nota do Setor Externo, o saldo de transações correntes registrou um bom desempenho no mês de dezembro e, em 2004, devido, basicamente, ao expressivo aumento das exportações e pequeno crescimento das despesas com serviços e rendas.

Conforme os números apresentados, o saldo de transações correntes apresentou um superávit de US$ 1,211 bilhão em dezembro de 2004, valor bem superior ao resultado positivo de US$ 343 mil apurado em igual período do ano anterior. No acumulado de 2004, por sua vez, a conta de transações correntes somou um saldo positivo de US$ 11,669 bilhões, melhor desempenho, portanto, que o superávit de US$ 4,177 bilhões acumulado nos doze primeiros meses do ano anterior.

Em termos de participação no PIB (Produto Interno Bruto), a melhora fica ainda mais evidente. Isto porque, segundo os dados do Banco Central, a relação transações correntes/PIB registrou um forte aumento na comparação anual, passando de 0,82% nos doze primeiros meses de 2003 para 1,94% em igual período do ano passado.

Cenário corporativo

Passando para a esfera corporativa, a Confab Industrial veio à público comunicar a assinatura de um contrato de R$ 242 milhões com a Petrobras para fornecimento de tubos de aço para a construção de construção do gasoduto Coari-Manaus.

Já a Embraer comunicou, no final da tarde de quarta-feira, ao mercado que a Republic Airways Holdings acrescentou à sua carteira de pedidos 16 pedidos firmes e 34 opções de jatos modelo Embraer 170.

Com isso, a carteira de pedidos da Republic Airways foi elevada para 39 pedidos firmes e 61 opções, todos do modelo Embraer 170. Dos 16 pedidos firmes, dois já haviam sido computados no relatório de entregas da Embraer no quarto trimestre de 2004. O valor total dos 16 pedidos firmes é de US$ 400 milhões.

E, finalizando, a fabricante de cigarros Souza Cruz foi multada em R$ 960 mil pelo Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) por exigir exclusividade dos postos de venda na exposição e merchandising de seus produtos em shopping centers e aeroportos.

Papéis em destaque

Entre os destaques de queda estavam os papéis Tele Leste Celular PN (TLCP4, -7,84%), Cesp PN (CESP4, -5,02%), BrT Participações PN (BRTP4, -4,33%), Embratel PN (EBTP4, -3,88%) e Brasil Telecom PN (BRTO4, -3,53%).

Por outro lado, as ações Klabin PN (KLBN4, +0,81%), Eletropaulo PN N2 (ELPL4, +0,43%), Telesp Celular PN (TSPP4, 0,00%), Celesc PNB(CLSC6, 0,00%) e Tractebel ON (TBLE3, -0,12%) encerraram a manhã em alta.

Os maiores volumes ficaram com Telemar PN (TNLP4, R$ 66,38 milhões), Vale Rio Doce PNA (VALE5, R$ 38,93 milhões), Petrobras PN (PETR4, R$ 33,87 milhões), Itaubanco PN (ITAU4, R$ 27,21 milhões) e Sabesp ON (SBSP3, R$ 23,68 milhões).

Bolsas internacionais

Nos Estados Unidos, as principais bolsas operam em baixa, com os investidores atentos ao cenário econômico e, principalmente, no aguardo de novos resultados corporativos. Os ganhos abaixo do esperado divulgados pela eBay e uma previsão de lucro abaixo do esperado feita pela Qualcomm Inc pressionavam o mercado.

Dessa forma, o índice Nasdaq Composite, que concentra as ações de tecnologia norte-americanas, opera em baixa de 0,61% e atinge 2.061 pontos. Seguindo esta tendência, o índice S&P 500 desvaloriza-se 0,34% a 1.181 pontos, da mesma forma, o índice Dow Jones, que mede o desempenho das 30 principais blue chips norte-americanas, caiu 0,11% a 10.528 pontos.

No que se refere aos mercados europeus, o índice DAX 30 da bolsa de Frankfurt registra baixa de 0,51% e atinge 4.224 pontos; no mesmo sentido, o índice CAC 40 da bolsa de Paris desvaloriza-se 0,49% chegando a 3.850 pontos e o FTSE 100, da bolsa de Londres, caiu 0,43% a 4.798 pontos.

Dólar sobe na manhã

No mercado de câmbio, o dólar comercial opera em alta, refletindo a valorização da moeda norte-americana frente ao euro. Nem mesmo o anúncio de captações de empresas brasileiras ou a possibilidade de que a elevação do juro básico leve a uma maior atratividade dos ativos de renda fixa brasileiros puderam conter a alta da moeda norte-americana.

Dessa maneira, o dólar comercial está sendo cotado a R$ 2,7200 na compra e R$ 2,7210 na venda, alta de 0,44% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana é negociada a R$ 2,9900, representando um ágio de 9,93% em relação ao dólar comercial.

Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em fevereiro operava cotado a R$ 2.735, alta de 0,48% em relação ao fechamento anterior.

Decisão do Copom

Percebe-se que as perdas do mercado nesta manhã foram impulsionadas pela revisão de carteiras, um dia após o Copom elevar os juros, e pela percepção de que o processo de alta da Selic ainda está logo de fim.

No decorrer da tarde, a tendência negativa verificada até o momento deve continuar. O fraco desempenho do mercado acionário dos EUA tende a contribuir para isso.
18/1/2005 SÃO PAULO - Com os investidores revendo suas posições e apostando que os juros irão novamente subir na quarta-feira, dia que termina a primeira reunião de 2005 do Copom (Comitê de Política Monetária), o Ibovespa encerrou suas negociações nesta manhã em queda. De acordo com o relatório Focus do Banco Central, o mercado espera que a taxa Selic seja elevada de 17,75% para 18,25% ao ano.

Com isso, o índice da bolsa paulista encerrou a primeira parte das negociações em baixa de 1,45%, cotado a 24.159 pontos. O volume financeiro no pregão da manhã atingiu os R$ 524,98 milhões e a projeção para o fim das negociações indica que o volume deverá chegar a R$ 1,42 bilhão.

Futuro dos juros em foco

No plano econômico, o destaque até o momento fica para o início da reunião do Copom. Neste primeiro dia, os diretores e o presidente do Banco Central realizarão uma análise sobre a atual conjuntura econômica vivida pelo país, sendo que só na quarta-feira será anunciada qual será a taxa Selic que vigorará pelos próximos 30 dias.

O mercado espera que o comitê eleve em 50 pontos base a taxa básica de juros da economia. Essa perspectiva foi reforçada após o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) de dezembro de 2004 se apresentar acima do esperado.

Se a elevação se confirmar, a alta será a quinta seguida implementada pela autoridade monetária. O mercado, segundo relatório do BC, acredita que esta será a primeira e a última elevação de 2005 e que os juros deverão começar a cair a partir de junho deste ano.

IGP-10 desacelera em janeiro

Ainda no plano econômico, a Fundação Getúlio Vargas divulgou seu IGP-10 (Índice Geral de Preços - 10) referente ao mês de janeiro. O índice apurou uma inflação de 0,42%, abaixo, portanto, da variação positiva de 0,77%, registrada pelo indicador de dezembro.

Apesar de o comportamento dos preços no varejo ainda refletir os reajustes dos combustíveis no final de 2004, os preços no atacado já começam a apresentar altas menores, o que fez com que o índice geral subisse menos em janeiro.

Destaques corporativos

No foco corporativo, a Embraer divulgou sua carteira de pedidos e entregas do quarto trimestre de 2004. Incluindo os segmentos comercial, executivo e defesa, o total foi de 42 aviões. No acumulado do ano, foram entregues 148 aeronaves, três a mais que o estipulado pela companhia.

E a Iochpe-Maxion anunciou a venda de 900 vagões ferroviários de carga para a Companhia Vale do Rio Doce, CVRD. Com o pedido, a carteira de vagões alcança 6.933 unidades, sendo 5.557 para entrega em 2005 e 1.376 para entrega em 2006, totalizando uma venda de cerca de R$ 1,071 bilhão.

Papéis em destaque

Entre os destaques de queda estavam os papéis Light ON (LIGH3, -4,46%), Net PN (PLIM4, -4,22%), Cemig PN (CMIG4, -3,81%), Tele Leste Celular PN (TLCP4, -3,63%) e Cesp PN (CESP4, -3,63%).

Por outro lado, as ações Embraer PN (EMBR4, +4,08%), Embraer ON (EMBR3, +2,22%), Vale Rio Doce ON (VALE3, +1,03%), Telesp Celular PN (TSPP4, +0,46%) e Tele Centro Oeste PN (TCOC4, +0,36%) encerraram a manhã em alta.

Os maiores volumes ficaram com Telemar PN (TNLP4, R$ 85,10 milhões), Petrobras PN (PETR4, R$ 40,73 milhões), Vale Rio Doce PNA (VALE5, R$ 27,45 milhões), Bradesco PN (BBDC4, R$ 24,08 milhões) e Petrobras ON (PETR3, R$ 18,12 milhões).

Bolsas internacionais

Nos Estados Unidos, as principais bolsas reverteram sua tendência inicial e operam em alta no momento. O petróleo, a atividade industrial e o cenário corporativo se destacam.

O petróleo opera em alta, basicamente devido ao aumento da demanda. No plano econômico, o Federal Reserve Bank of New York divulgou o índice que mede o nível de atividade manufatureira na região. O NY Empire State Index de janeiro se apresentou em 20,08 pontos, valor inferior aos 25,0 pontos esperados pelo mercado.

No cenário corporativo, o destaque fica por conta do setor financeiro, com a divulgação do resultado do Bank of America.

Dessa forma, índice S&P 500, que engloba as 500 principais empresas norte-americanas, opera em leve alta de 0,22% e atinge 1.187 pontos. Seguindo esta tendência, o índice Nasdaq Composite valoriza-se 0,20% a 2.092 pontos, da mesma forma, o índice Dow Jones, que mede o desempenho das 30 principais blue chips norte-americanas, subiu 0,12% a 10.571 pontos.

No que se refere aos mercados europeus, o índice FTSE 100 da bolsa de Londres registra baixa de 0,56% e atinge 4.819 pontos; no mesmo sentido, o índice CAC 40 da bolsa de Paris desvaloriza-se 0,28% chegando a 3.871 pontos e o DAX 30, da bolsa de Frankfurt, caiu 0,20% a 4.237 pontos.

Dólar sobe na manhã

No mercado cambial, acompanhando os movimentos no cenário externo e refletindo a aproximação do vencimento de uma dívida cambial de US$ 326 milhões, que ocorrerá na quarta-feira, o dólar opera em alta.

Com isso, o dólar comercial está sendo cotado a R$ 2,7170 na compra e R$ 2,7180 na venda, alta de 0,63% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana está sendo negociada a R$ 3,0000, representando um ágio de 10,42% em relação ao dólar comercial.

Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em fevereiro operava cotado a R$ 2.733, alta de 0,66% em relação ao fechamento anterior.

Mercado segue revendo suas posições

Percebe-se que a perspectiva de alta dos juros acabou estimulando a revisão de carteiras. Neste sentido, taxas de juros em alta beneficiam os rendimentos de aplicações como os fundos de DI, Renda Fixa e os CDBs (Certificados de Depósitos Bancários), o que diminui a atratividade do mercado acionário.

No decorrer da tarde, a tendência de queda verificada até o momento deve se confirmar, pois não está prevista nenhuma grande alteração no cenário econômico. O desempenho apresentado pelos índices acionários dos Estados Unidos e a evolução do preço do barril de petróleo devem ser acompanhados pelo mercado.
14/1/2005 SÃO PAULO - Beneficiado pelos dados econômicos divulgados nos Estados Unidos, com deflação acima do esperado dos preços no atacado e forte evolução da produção industrial, o Ibovespa encerrou o último pregão da semana a 24.924 pontos, leve alta de 0,48%.

Novamente, as ações das mineradoras e siderúrgicas foram destaque e impulsionaram os ganhos, permitindo ao principal índice da Bovespa reverter as perdas que marcaram boa parte do pregão. A proximidade do vencimento de opções, que ocorrerá na segunda-feira, também elevou a volatilidade e o volume de negociações nesta sexta-feira.

Os ganhos só não foram maiores devido a alta acima da projetada dos preços medidos pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor - Amplo). Em uma semana bastante conturbada, em que o temor quanto ao futuro dos juros dos Estados Unidos acabou limitando os ganhos, o índice paulista registrou leve alta de 0,71%. Entretanto, no ano, a desvalorização acumulada ainda chega a 4,86%.

IPCA reduz ganhos, mas inflação dos EUA resgata otimismo

De uma maneira geral, os negócios foram pressionados pela alta acima do esperado do IPCA. Em dezembro, o indicador se apresentou em 0,86%, acima da inflação de 0,69% registrada no mês anterior e superior também a alta de 0,75% projetada pelo mercado. Com este resultado, no ano de 2004, o IPCA acumulou variação de 7,60%, abaixo da alta de 9,30% relativa ao índice de 2003, mas acima dos 7,48% projetados pelo mercado.

Entretanto, a deflação dos preços no atacado dos EUA, aliada ao aumento da produção industrial do país, acabou resgatando o ânimo dos investidores. A deflação ao produtor, ou PPI, atingiu 0,7%, contra expectativa de deflação de 0,2%. Já a produção industrial subiu 0,8%, ou 0,3 ponto percentual acima do projetado pelos analistas.

Petróleo em forte alta

O preço do barril de petróleo encerrou em alta no mercado de Nova York nesta sexta-feira, atingindo a maior cotação das últimas seis semanas de operações. A previsão do Serviço Nacional do Clima de que as temperaturas ficarão abaixo do normal na terceira semana de janeiro, usualmente o período mais frio do ano nos Estados Unidos , impulsionou a cotação do petróleo pelo segundo dia consecutivo.

Vale lembrar que não serão realizados negócios na próxima segunda-feira, em Nova York, devido ao feriado de Martin Luther King Jr no país. O mercado operou também atento ao maior risco de atentados no Iraque. Os oleodutos são os alvos preferidos dos militantes rebeldes diante da aproximação das eleições presidenciais marcadas para o dia 30 de janeiro.

Cenário corporativo

No plano corporativo, a Petrobras interrompeu o pagamento das parcelas devidas à TermoCeará e depositou a quantia em juízo. A petrolífera negocia a revisão dos contratos com as térmicas merchants (energéticas construídas em parceria com investidores privados durante o racionamento de energia em 2001), e alega mudança nas condições.

Já a AmBev anunciou o volume de vendas de cervejas e refrigerantes em 2004. No mercado brasileiro, foram comercializados 57,778 hectolitros de cerveja e 19,108 hectolitros de refrigerantes, crescimento respectivo de 4,6% e 1,7% sobre 2003.

Ainda no plano corporativo, a Chapecó anunciou na quinta-feira o seu pedido de concordata. Nos termos acordados, a companhia efetuará o pagamento da quantia em uma parcela, com deságio de 25%, e prorrogação por mais 04 meses a contar da data do pedido.
11/1/2005 SÃO PAULO - Esboçando mínima recuperação, o Ibovespa encerrou suas negociações nesta manhã em leve alta. De uma maneira geral, a atenção dos investidores ainda segue voltada para a economia dos Estados Unidos. O temor em relação a um aumento mais agressivo dos juros do país segue pressionando os ganhos.

Os dados sobre inflação e produção industrial divulgados nesta manhã foram positivos, mas não conseguiram impulsionar de forma significativa o mercado. Com isso, o índice da bolsa paulista encerrou a primeira parte das negociações em leve alta de 0,20%, cotado a 24.341 pontos. O volume financeiro no pregão da manhã atingiu os R$ 457,54 milhões e a projeção para o fim das negociações indica que o volume deverá chegar a R$ 1,16 bilhão.

Cenário internacional ainda em foco

No plano econômico, os destaques desta manhã ficaram para o anúncio da primeira prévia de janeiro do IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) da Fundação Getúlio Vargas e da Pesquisa Industrial Mensal - Produção Física do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) referente ao mês de novembro.

Em relação à inflação, no período, o IGP-M registrou uma inflação de 0,20%, valor inferior, portanto, à variação positiva de 0,62% apurada na primeira medição de dezembro e abaixo também do piso das expectativas do mercado, de 0,25%.

Já, de acordo com os números revelados pelo IBGE, a produção industrial brasileira apresentou queda de 0,4% em novembro de 2004, na comparação com outubro. Entretanto, apesar da retração mensal, os números mostram que houve expansão de 8,1% na atividade da indústria em relação a novembro do ano anterior. Nesta base comparativa, o instituto constata avanço pelo 15º mês consecutivo.

Apesar de positivos, os dados anteriormente citados não foram capazes de restabelecer o clima otimismo verificado entre os investidores no final de 2004. As preocupações em relação o ritmo da elevação dos juros nos Estados Unidos seguem prejudicando o desempenho do mercado acionário brasileiro.

Neste sentido, as declarações realizadas na segunda-feira pelo presidente do Fed de Atlata, Jack Guynn, uma das representações do BC norte-americano no pais, reforçaram esse cenário.

Guynn disse que o Banco Central dos Estados Unidos nunca fez promessas de manter o ritmo gradual de elevação de juros e que os reajustes de salários e preços merecem uma maior atenção.

Papéis em destaque

Entre os destaques de alta estavam os papéis Telesp Celular PN (TSPP4, +2,72%), Sabesp ON (SBSP3, +2,40%), Telemig Participações PN (TMCP4, +2,07%), Telesp PN (TLPP4, +1,85%) e Eletrobrás ON (ELET3, +1,78%).

Por outro lado, as ações Eletrobrás PNB (ELET6, -2,76%), Telemar Norte Leste PNA (TMAR5, -1,95%), Klabin PN (KLBN4, -1,71%), Itaubanco PN (ITAU4, -1,63%) e Tractebel ON (TBLE3, -1,46%) encerraram a manhã em queda.

Os maiores volumes ficaram com Telemar PN (TNLP4, R$ 45,69 milhões), Petrobras PN (PETR4, R$ 37,82 milhões), Eletrobrás PNB (ELET6, R$ 36,26 milhões), CSN ON (CSNA3, R$ 30,23 milhões) e Eletrobrás ON (ELET3, R$ 29,71 milhões).

Bolsas internacionais

Nos Estados Unidos, os principais índices acionários operam em queda, pressionados pelo cenário corporativo. Os resultados trimestrais anunciados até o momento, dentre estes o da Advanced Micro Devices e Alcoa, se apresentaram abaixo do esperado.

Além disso, o mercado opera influenciado pela cotação do dólar, que está em baixa frente ao euro influenciado pelo pronunciamento de que as autoridades norte-americanas não irão intervir na cotação da moeda.

Dessa forma, o índice Nasdaq Composite, que concentra as ações de tecnologia norte-americanas, opera em baixa de 0,61% e atinge 2.084 pontos. Seguindo esta tendência, o índice S&P 500 desvaloriza-se 0,56% a 1.184 pontos, da mesma forma, o índice Dow Jones, que mede o desempenho das 30 principais blue chips norte-americanas, caiu 0,50% a 10.568 pontos.

No que se refere aos mercados europeus, o índice DAX 30 da bolsa de Frankfurt registra baixa de 1,24% e atinge 4.254 pontos; no mesmo sentido, o índice CAC 40 da bolsa de Paris desvaloriza-se 0,86% chegando a 3.844 pontos e o FTSE 100, da bolsa de Londres, caiu 0,63% a 4.810 pontos.

Dólar sobe na manhã

No mercado de câmbio, apesar de o IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) ter apontado uma desaceleração dos preços em sua primeira prévia de janeiro, o dólar segue em alta. A valorização da moeda é influenciada pelo desempenho da moeda no mercado internacional e pela formação da Ptax, uma vez que na quarta-feira ocorre o vencimento de uma dívida cambial.

Dessa maneira, o dólar comercial está cotado a R$ 2,7140 na compra e R$ 2,7160 na venda, alta de 0,44% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana é negociada a R$ 3,0090, representando um ágio de 10,87% em relação ao dólar comercial. Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em fevereiro operava cotado a R$ 2.734, alta de 0,28% em relação ao fechamento anterior.

Apreensão com juros dos EUA segura valorização

Percebe-se que, apesar dos dados positivos sobre a inflação e produção industrial brasileira, as preocupações em relação ao futuro dos juros nos EUA acabaram pressionado os ganhos do Ibovespa.

Para a segunda etapa das negociações, não esta prevista nenhuma grande alteração no atual cenário. Vale destacar que Waal Street opera em baixa e o barril de petróleo esta em alta no mercado internacional. Isso pode elevar a cautela dos investidores, reduzindo os ganhos.
5/1/2005 SÃO PAULO - Na terça-feira, a Bovespa encerrou em forte queda diante do grande movimento de realização de lucros. Depois de um começo volátil pela manhã, a bolsa paulista cedeu com o recuo das posições acionárias, e a cotação caiu. No final do dia, o Federal Reserve sinalizou que as taxas de juro dos EUA poderão ser elevadas no curto prazo, notícia que acelerou o saque dos rendimentos acionários.

Entre os papéis negociados no Ibovespa nesta terça-feira, nenhum registrou alta. A maior queda foi dos papéis preferenciais da Caemi, cedendo 7,48%. Dentre as ações com maior participação na carteira teórica, as preferenciais da Petrobras caíram 1,18%, enquanto as ações preferenciais da Telemar caíram 4,40%.

Assim, o Índice Bovespa fechou em forte baixa de 3,40%, sendo cotado a 24.848 pontos, registrando um volume financeiro de R$ 1,61 bilhão.

IGP-DI foi menor que o esperado

Na sessão, a Fundação Getúlio Vargas divulgou que o IGP-DI (Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna) de dezembro, que subiu para 0,52%. Na comparação com novembro, houve uma desaceleração diante da variação positiva de 0,82%. Apesar da maior alta no varejo, o índice geral refletiu a menor alta dos custos da construção e dos preços no atacado. A expectativa do mercado, segundo o relatório Focus, era de inflação de 0,80% em dezembro e de 12,44% no acumulado do ano. No ano de 2004, o IGP-DI acumulou alta de 12,13%.

O contrato futuro do Índice Bovespa, negociado na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F), opera em baixa de 0,51%, cotado a 25.190 pontos, apontando a abertura estável das negociações na Bovespa.

Telesp Celular conclui leilão de sobras

No foco corporativo, a Telesp Celular anunciou o resultado do terceiro leilão de sobras. A operadora negociou 4,089 milhões de ações ON e PN, a um preço entre R$ 5,00 e R$ 6,96 por lote de mil.

Nos mercados de Londres e Nova York, o petróleo segue em queda, com a estabilização da produção mundial. O contrato futuro de petróleo, negociado na bolsa de Nova York, opera em baixa, cotado a US$ 43,60.

Bolsas internacionais recuam, depois de anúncio do Fed A perspectiva de aumento da taxa de juro norte-americana pressionou as principais bolsas internacionais. Na Europa, as três principais bolsas operam em baixa.

O índice CAC 40 da bolsa de Paris registra baixa de 0,82% e atinge 3.832 pontos; no mesmo sentido, o índice DAX 30 da bolsa de Frankfurt desvaloriza-se 0,81% chegando a 4.256 pontos e o FTSE 100, da bolsa de Londres, caiu 0,74% a 4.811 pontos.

Pelo mesmo motivo, a sessão asiática encerrou em queda, com o Hang Seng registrando o maior recuo. A baixa registrada foi de 2,00% no pregão e atingiu 13.764 pontos, enquanto o índice Nikkei de Tóquio encerrou o pregão em baixa de 0,70% chegando a 11.438 pontos.

Relatório do Fed ditou desempenho nos EUA

A sessão acionária dos Estados Unidos foi marcada pelo temor de aceleração inflacionária no país, devido ao enfraquecimento do dólar no mercado internacional. Com a perspectiva pessimista, as bolsas caíram e o Nasdaq liderou as perdas.

Entre os fatores que devem influenciar a sessão desta quarta-feira, estão o Relatório de Estoques de Petróleo ISM Services, indicador conjuntural da atividade no setor de serviços.

Nos EUA, o mercado futuro indica abertura em alta das principais bolsas norte-americanas.

Dólar sobe pelo segundo dia consecutivo

No mercado cambial, o dólar manteve o desempenho em alta diante das principais moedas internacionais. Diante do real, a moeda norte-americana apresentou nova alta. O Banco Central comprou mais dólares, dando seqüência ao acúmulo de reservas internacionais.

O dólar comercial opera em forte alta nesta quarta-feira, acompanhando a valorização da moeda norte-americana no mercado internacional. Para se ter uma idéia, a cotação do euro em dólares já se encontra abaixo de US$ 1,33.

Declarações do Fed ainda devem repercutir

A perspectiva de aumento futuro dos Fed Funds traz pessimismo aos mercados emergentes, que podem sofrer o impacto da fuga de capitais. Em um cenário de juros norte-americanos altos, as aplicações migrariam para os Estados Unidos.

Nesse contexto, a Bovespa pode iniciar em queda nesta quarta-feira, com o mercado ainda precificando os efeitos da quase certa alta dos juros norte-americanos.
28/12/2004 SÃO PAULO - Com os investidores procurando as ações mais atrativas e que ainda apresentam bom potencial de valorização, o Ibovespa encerrou suas negociações em alta nesta manhã. As boas perspectivas econômicas contribuem para a manutenção do otimismo e os cenários corporativos e internacionais também impulsionaram.

Com isso, o índice da bolsa paulista encerrou a primeira parte das negociações em alta de 0,67%, cotado a 26.111 pontos. O volume financeiro no pregão da manhã atingiu os R$ 295,77 milhões e a projeção para o fim das negociações indica que o volume deverá chegar a R$ 807,82 milhões.

Clima de otimismo persiste

O otimismo prevalece no mercado brasileiro. Vale lembrar que na segunda-feira, de acordo com o relatório Focus, o mercado reduziu suas projeções sobre a inflação de 2005 e já projeta uma nova alta da Selic, taxa básica de juro brasileira, da próxima reunião do Copom (Comitê de Política Monetária).

Além disso, o Ministério do Desenvolvimento Industria e Comércio divulgou seus dados sobre a evolução dos números da balança comercial brasileira. Na quarta semana de dezembro, a balança comercial registrou superávit de US$ 1,188 bilhões, levando o saldo de 2004 a US$ 33,081 bilhões, resultados superior aos US$ 32,90 bilhões projetados pelo mercado.

No plano internacional, o bom desempenho do mercado acionário dos Estados Unidos também contribuiu para elevar os ganhos. A leve alta apresentada pela cotação do petróleo não chegou a preocupar.

Cenário corporativo

Na esfera corporativa, a Petrobras manifestou-se sobre a notícia de que teria perdido um processo no valor de US$ 5 bilhões movido pela seguradora Porto Seguro. A seguradora, acionista da Petroquisa (subsidiária da Petrobras), alega perdas e danos no processo de desestatização movido em 1992. Apesar da notícia ser negativa, as ações não foram significativamente penalizadas.

Já a Amazônia Celular anunciou investimentos no valor de R$ 100 milhões para ampliar sua cobertura de terminais móveis na região.

Papéis em destaque

Entre os destaques de alta estavam os papéis Tractebel ON (TBLE3, +3,22%), Comgás PNA (CGAS5, +2,92%), Brasil Telecom Participações PN (BRTP4, +2,46%), CST PN (CSTB4, +2,15%) e Brasil Telecom PN (BRTO4, +2,15%).

Por outro lado, as ações Embraer ON (EMBR3, -0,68%), Brasil Telecom Participações ON (BRTP3, -0,66%), TIM Participações ON (TCSL3, -0,52%), CRT Celular PNA (CRTP5, -0,36%) e Eletrobrás ON (ELET3, -0,21%) encerraram a manhã em queda.

Os maiores volumes ficaram com Petrobras PN (PETR4, R$ 19,09 milhões), Telemar PN (TNLP4, R$ 15,92 milhões), Vale Rio Doce PNA (VALE5, R$ 15,76 milhões), Usiminas PNA (USIM5, R$ 12,86 milhões) e Embraer PN (EMBR4, R$ 10,79 milhões).

Bolsas internacionais

Nos Estados Unidos, os principais índices acionários operam em alta. Cenário econômico, queda do dólar frente ao euro e petróleo foram os destaques. Vale citar que há pouco foi divulgado o Consumer Confidence, indicador responsável pela mensuração da confiança do consumidor norte-americano. Este se apresentou acima do esperado e deve impulsionar ainda mais os ganhos.

Dessa forma, índice Nasdaq Composite, que concentra as ações de tecnologia norte-americanas, opera em alta de 0,69% e atinge 2.169 pontos. Seguindo esta tendência, o índice Dow Jones valoriza-se 0,67% a 10.848 pontos, da mesma forma, o índice S&P 500, que engloba as 500 principais empresas norte-americanas, subiu 0,64% a 1.213 pontos.

No que se refere aos mercados europeus, o índice DAX 30 da bolsa de Frankfurt registra alta de 0,51% e atinge 4.257 pontos; no mesmo sentido, o índice FTSE 100 da bolsa de Londres valoriza-se 0,22% a 4.798 pontos. Por outro lado, o CAC 40 da bolsa de Paris opera estável em relação ao fechamento anterior, atingindo 3.818 pontos.

Dólar em alta, com rumores e intervenção do BC

No mercado de câmbio, o dólar reverteu sua tendência inicial e agora opera em alta. Rumores de mercado dão conta de que o Banco Central teria realizado um leilão de compra nesta manhã, o que impulsiona a cotação da moeda.

Dessa maneira, o dólar comercial está cotado a R$ 2,6900 na compra e R$ 2,6910 na venda, leve alta de 0,04% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana é negociada a R$ 3,0400, representando um ágio de 13,01% em relação ao dólar comercial. Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em janeiro operava cotado a R$ 2.699, leve alta de 0,15% em relação ao fechamento anterior.

Cenário externo deve impulsionar

Percebe-se que o grande responsável pela alta do principal índice acionário brasileiro nesta manhã foi o otimismo do mercado e as boas perspectivas econômicas, além das boas notícias provenientes do cenário internacional.

No decorrer da tarde, o desempenho positivo do mercado acionário deve persistir e se ampliar, pois, além de analistas não projetarem grandes variações, com um número reduzido de players operando no mercado, os ganhos de Wall Street devem beneficiar o Ibovespa.
24/12/2004 SÃO PAULO - Apesar do duro recado deixado pela ata do Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central), de que o aperto monetário ainda deve se estender por mais alguns meses, e das brechas existentes para a realização de lucros, o Ibovespa encerrou suas negociações em alta nesta quinta-feira.

Tirando a ata do Copom ainda existem bons motivos para explicar o otimismo do mercado, dentre eles: a aprovação do projeto das PPPs (Parceria Público-Privada) e a melhora do cenário internacional, com forte desempenho positivo das bolsas americanas (em cima de resultados corporativos) e recuo dos preços do petróleo. Com isso, o Índice Bovespa encontrou espaço para subir 0,60%, cotado a 25.878 pontos, registrando um volume financeiro de R$ 1,43 bilhão.

Otimismo segue em alta

O destaque desta sessão ficou para o anúncio da ata da última reunião do Comitê de Política Monetária do Banco Central. O relatório sinalizou que o aperto monetário deve continuar nos próximos meses, prejudicando o desempenho do mercado no inicio da sessão. O conteúdo surpreendeu muitos analistas, que acreditavam que o colegiado do BC fosse sinalizar o fim, ou pelo menos uma flexibilização da política monetária implementada até o momento.

Porém, o otimismo do mercado acabou se sobressaindo ao conteúdo do documento e o principal índice acionário brasileiro acabou revertendo sua tendência inicial. Dentre os fatores que influenciaram essa alta, destaque para a votação do projeto da PPP (Parceria Público-Privada) na Câmara dos Deputados. Para virar lei, o projeto só precisa agora da sanção presidencial.

O bom desempenho apresentado pelas as ações da Telemar e Petrobras também beneficiou o mercado. O outro destaque ficou para a alta registrada pelos papéis listados no material de transporte, com destaque para Embraer, e setor financeiro.

Os papéis do setor financeiro foram impulsionados pela sinalização dada pela Ata do Copom de que os juros deverão continuar subindo no médio prazo. Juros em alta tendem a beneficiar os ganhos das instituições bancárias. Isso porque o aumento da Selic, usualmente, eleva os juros cobrados ao consumidor e os spreads recebidos pelos bancos em suas operações de crédito.

No plano internacional, a alta registrada pelos principais índices acionários dos Estados Unidos e queda do preço do petróleo em Nova York contribuiu para elevar os ganhos.

As maiores altas, dentre as ações que compõem o Índice Bovespa, foram:

Cód. Ativo Cot R$ % Dia % Ano Vol1 Links
PTIP4 Pet Ipiranga PN 26,01 +5,73 +99,73 3,19M
EMBR3 Embraer ON 15,92 +5,43 -13,29 2,50M
EMBR4 Embraer PN 21,80 +3,80 -11,59 37,72M
SBSP3 * Sabesp ON 155,00 +2,64 -0,25 3,16M
CSTB4 * Sid Tubarao PN 152,00 +1,94 +59,27 7,02M

As ações da Embraer fecharam em forte alta nesta quinta-feira, beneficiadas pelo anúncio da entrega do primeiro Embraer 170 para a empresa aérea alemã Cirrus, além da possibilidade de venda de mais 16 jatos do mesmo modelo para a americana Delta Airlines (num negócio estimado em US$ 400 milhões). Não bastassem esses fatos, a empresa brasileira conseguiu a homologação para produção do Embraer 175.

As maiores baixas, dentre os papéis que compõem o Índice Bovespa, foram:

Cód. Ativo Cot R$ % Dia % Ano Vol1 Links
TMCP4 * Telemig Part PN 3,75 -3,84 -20,25 7,88M
LIGH3 * Light ON 61,16 -2,92 -23,45 352,68K
ACES4 * Acesita PN 38,39 -2,11 +135,52 16,42K
PLIM4 Net PN 0,61 -1,61 -32,97 3,44M
TLCP4 * Tele Leste Celular PN 0,63 -1,56 -22,22 692,30K

Com o mercado pessimista em relação ao potencial de valorização das ações da Telemig Participações, principalmente devido à redução das perspectivas de que o Grupo Vivo venha a adquirir o controle da empresa, os papéis da operadora de telefonia móvel de Minas Gerais fecharam em forte baixa.

As ações mais negociadas, dentre as que compõem o Índice Bovespa, foram :

Código Ativo Cot R$ Var % Vol1 Vol 30d1 Neg
PETR4 Petrobras PN 96,65 +1,41 97,43M 104,42M 1.094
PETR3 Petrobras ON 106,30 +1,33 56,55M 30,26M 444
TNLP4 Telemar PN 44,30 +0,56 55,88M 130,33M 1.035
ITAU4 Itaubanco PN 406,00 +1,88 52,03M 42,97M 383
GGBR4 Gerdau PN 46,65 -0,10 47,87M 42,82M 629

* - Lote de mil ações
1 - Em reais (K - Mil | M - Milhão | B - Bilhão)


Dólar fecha em baixa

No mercado de câmbio, o dólar acabou encerrando suas negociações em leve queda, em uma sessão de forte volatilidade. A divulgação da Ata do Copom (Comitê de Política Monetária), a trajetória do dólar no mercado internacional e o leilão de compra realizado pelo Banco Central, no final da manhã, foram os destaques da sessão.

Com isso, o dólar comercial fechou as negociações registrando baixa de 0,11%, cotado a R$ 2,700 para compra e a R$ 2,702 para venda. No mercado paralelo, a moeda norte-americana fechou negociada a R$ 3,023, representando um ágio de 11,96% em relação ao dólar comercial.

O mercado de títulos da dívida externa, por sua vez, também fechou em queda. O título brasileiro mais líquido, o C-Bond, fechou com desvalorização de 0,06%, cotado a 102,19% do valor de face. Com isso, o indicador de risco Brasil, calculado pelo conglomerado financeiro JP Morgan, operou estável em relação ao fechamento anterior, atingindo 386 pontos base.

Bolsas internacionais

Nos Estados Unidos, os principais índices acionários operam em alta graças ao bom desempenho apresentado pela maioria dos indicadores econômicos divulgados nesta sessão. A tendência é reforçada pela desvalorização do dólar no mercado internacional. O barateamento da moeda norte-americana é benéfico para o Wall Stret, uma vez que melhora as condições de exportação das empresas do país.

Dessa forma, o índice Nasdaq Composite, que concentra as ações de tecnologia norte-americanas, opera em leve alta de 0,18% e atinge 2.161 pontos. Seguindo esta tendência, o índice Dow Jones valoriza-se 0,12% a 10.828 pontos, da mesma forma, o índice S&P 500, que engloba as 500 principais empresas norte-americanas, subiu 0,08% a 1.211 pontos.

Na Europa, o índice CAC 40 da bolsa de Paris registra leve alta de 0,36% e atinge 3.820 pontos; no mesmo sentido, o índice DAX 30 da bolsa de Frankfurt valoriza-se 0,24% chegando a 4.252 pontos e o FTSE 100, da bolsa de Londres, subiu 0,22% a 4.788 pontos.

Possibilidade de alta dos juros não desanima mercado Percebe-se que, apesar de o Banco Central ter sinalizado que o aperto da política monetária deverá continuar no próximos meses, o otimismo dos investidores em relação a economia brasileira segue em alta. A melhora do cenário internacional e o bom desempenho verificado por ações consideradas de "peso" também impulsionaram o Ibovespa nesta tarde.

Na próxima segunda-feira, as atenções deverão se voltar para o anúncio do relatório Focus do Banco Central, uma vez que não haverá a divulgação de nenhum indicar econômico de maior relevância. Vale lembrar que na sexta-feira nem a bolsa paulista nem Wall Street vão operar devido às comemorações natalinas.
23/12/2004 SÃO PAULO - A proximidade do feriado de Natal, reduzindo as negociações, e a realização de lucros pressionaram a sessão do Bovespa, que finalizou em baixa na quarta-feira. As boas notícias, como a aprovação das PPPs (Parceria Público-Privada) no Senado e o desemprego estável, que impulsionaram o pregão pela manhã, foram superadas pelo movimento de realização na parte da tarde.

Entre os papéis negociados no Ibovespa a maior alta foi das ações preferenciais da Itaúsa, que subiram 2,23% na quarta-feira. O pior desempenho ficou com os papéis ordinários da Souza Cruz, desvalorizando-se 4,31%. Dentre as ações com maior participação na carteira teórica, as preferenciais da Petrobras caíram 1,49%, enquanto as ações preferenciais da Telemar encerraram em baixa de 0,51%.

Com isso, o Índice Bovespa fechou em baixa de 0,64%, sendo cotado a 25.723 pontos, registrando um volume financeiro de R$ 1,12 bilhão.

Ata do Copom contém dados pessimistas

O Banco Central divulgou nesta quinta-feira a Ata do Copom. Além de sinalizar para novos ajustes seguidos de um período de manutenção da taxa básica de juro brasileira, a Selic, o BC segue manifestando sua preocupação com as expectativas de inflação do mercado.

A não convergência dessas expectativas ou da trajetória dos preços para o objetivo de 2005, de 5,1%, poderia inclusive levar a alterações no "ritmo e na magnitude" do processo. No que se refere ao comportamento do petróleo, entretanto, a percepção da autoridade monetária é mais otimista, já que não acredita em maiores elevações nos preços domésticos dos derivados em 2005.

O contrato futuro do Índice Bovespa, negociado na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F), opera em baixa de -1,06%, cotado a 26.200 pontos, apontando a abertura estável das negociações na Bovespa.

Implantação da PPP só depende de sanção presidencial No âmbito político, a votação do projeto da PPP (Parceria Público-Privada) na Câmara dos Deputados foi antecipada para quarta-feira, e a proposta foi aprovada no mesmo dia. Agora, as PPPs dependem apenas da sanção presidencial para sua aplicação.

As PPPs estabelecem normas para as empresas investirem em obras em parceria com a administração pública. Com isso, o governo pretende viabilizar investimentos nas áreas de infra-estrutura, telecomunicações, transportes e geração e distribuição de energia elétrica.

Na avaliação dos analistas, a implantação das PPPs deve atrair investimentos estrangeiros em setores como siderurgia, indústria automotiva, papel e celulose e eletroeletrônicos. O montante de capital pode ficar em torno de US$ 15 bilhões a US$ 18 bilhões em 2005.

Passando para o foco corporativo, a Companhia Vale do Rio Doce concluiu a venda da Pará Pigmentos S.A. (PPSA), para a Caemi Mineração, transferindo o controle acionário da PPSA, conforme previsto em fato relevante de 20 de outubro.

Bolsas internacionais operam em alta

As principais bolsas européias operam em alta nesta quinta-feira, com os fatos corporativos sustentando as cotações. O índice CAC 40 da bolsa de Paris registra leve alta de 0,19% e atinge 3.813 pontos; no mesmo sentido, o índice DAX 30 da bolsa de Frankfurt valoriza-se 0,10% a 4.246 pontos. Por outro lado, o FTSE 100 da bolsa de Londres opera em leve alta de 0,04%, atingindo 4.779 pontos.

Nesta quinta-feira, as bolsas asiáticas operaram com metade de sua capacidade. O pregão de Tóquio não operou, devido ao feriado local. A bolsa de Hong Kong encerrou em alta, impulsionada pelo setor financeiro.

O índice Hang Seng, da bolsa de Hong Kong, apresentou alta de 0,60% no pregão de hoje e atingiu 14.235 pontos.

Mercado de ações dos EUA aguarda indicadores

Nos Estados Unidos, o crescimento acima do esperado do PIB do terceiro trimestre e o baixo preço do petróleo nos mercados internacionais alavancaram as bolsas do país, que terminaram em alta.

A sessão local deve ser marcada pela apresentação dos diversos índices conjunturais da economia, como os de mercado de trabalho (Initial Claims), renda (Personal Income e Personal Spending), mercado imobiliário (New Home Sales), atividade industrial (Durable Orders) e confiança do consumidor (Michigan Sentiment).

Nos EUA, o mercado futuro indica abertura sem direção definida das principais bolsas norte-americanas. O contrato futuro de petróleo, negociado na bolsa de Nova York, opera em baixa cotado a US$ 40,64.

Dólar volta a fechar em alta nesta quinta-feira

Pela segunda sessão consecutiva, o dólar fechou em leve alta. A entrada do Banco Central no mercado de câmbio para a compra de moeda norte-americana influenciou as cotações, que passaram a subir. Foi a sexta intervenção seguida do órgão no mercado cambial. No mercado futuro da BM&F, o dólar opera em baixa de 0,4786%.

O dólar comercial fechou as negociações de quarta-feira registrando alta de 0,15%, sendo cotado a R$ 2,704 para compra e a R$ 2,705 para venda. No mercado paralelo, a moeda norte-americana fechou negociada a R$ 3,016, representando um ágio de 11,54% em relação ao dólar comercial.

Na manhã desta quinta-feira a moeda norte-americana mantém sua tendência de alta acumulando leve alta de 0,15%. O dólar comercial está sendo cotado a R$ 2,704 na compra e R$ 2,705 na venda.

Bovespa deve operar em baixa

Para alguns analistas, o mercado de ações de São Paulo deve registrar poucas negociações devido à proximidade do feriado de Natal. Além disso, a postura conservadora do Copom desestimula os negócios nesta quinta-feira, trazendo mais cautela ao mercado.

Entretanto, a expectativa de negociações fica por conta dos investidores estrangeiros e algumas fundações, que devem aumentar suas carteiras na sessão.
22/12/2004 SÃO PAULO - Com projeções econômicas otimistas para 2005, a bolsa paulista encerrou a sessão da terça-feira em alta. No início do pregão, a Bovespa operava em queda, pressionada pelo forte aumento da inflação medido pelo IPCA-15 (Índice de Preços ao Consumidor Amplo-15).

Entre os papéis negociados no Ibovespa, a maior alta foi das ações ordinárias da Companhia Vale do Rio Doce, que subiram 4,49% na terça-feira. O pior desempenho ficou com os papéis ordinários da Tractebel, com baixa de 4,80%. Dentre as ações com maior participação na carteira teórica, as preferenciais da Petrobras valorizaram-se 2,27%, enquanto as ações preferenciais da Telemar encerraram em alta de 1,09%.

Com isso, o Índice Bovespa fechou em alta de 1,38%, sendo cotado a 25.890 pontos, registrando um volume financeiro de R$ 2,5 bilhões.

IBGE anuncia pesquisa de emprego

Na sessão de hoje, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) anuncia mais dois indicadores econômicos: as Contas Nacionais Trimestrais e a Pesquisa Mensal do Emprego.

O relatório de Contas Nacionais Trimestrais apresenta trimestralmente os valores correntes e os índices de volume para o Produto Interno Bruto (PIB). Já a Pesquisa Mensal do Emprego de novembro deve revelar a taxa de desemprego e o nível de atividade profissional nos diversos setores econômicos.

O contrato futuro do Índice Bovespa, negociado na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F), opera em alta de 0,23%, cotado a 26.660 pontos, apontando a abertura estável das negociações na Bovespa.

Projeto de PPP foi aprovado no Senado

Nos Estados Unidos serão divulgados os números do PIB do terceiro trimestre. Um eventual crescimento da maior economia do mundo eleva o risco de aceleração da taxa de juro, com efeitos no mercado paulista.

No Senado, foi aprovado o projeto de PPP (Parceria Público-Privada). O texto que prevê investimentos em infra-estrutura e contratos de gestão de 5 a 35 anos pela iniciativa privada passou pela Casa, e agora será apreciada na Câmara dos Deputados.

Passando para o foco corporativo, a Gol Linhas Aéreas inaugura mais duas linhas aéreas: Aracaju e Buenos Aires. O vôo para a capital argentina marca o início das operações internacionais da companhia.

Bolsas internacionais operam em alta

Na Europa, o mercado acionário opera em alta influenciado pelo bom desempenho de Wall Street e o forte desempenho dos setores financeiro e petrolífero.

O índice CAC 40 da bolsa de Paris registra alta de 0,88% e atinge 3.803 pontos; no mesmo sentido, o índice FTSE 100 da bolsa de Londres valoriza-se 0,81% a 4.771 pontos. Por outro lado, o DAX 30 da bolsa de Frankfurt opera em alta de 0,65%, atingindo 4.242 pontos.

Nas bolsas asiáticas, os números das exportações japonesas animaram os investidores e o pregão de Tóquio finalizou em alta. O mesmo não ocorreu com a sessão de Hong Kong, que fechou em baixa.

O índice Nikkei, de Tóquio, apresentou alta de 0,75% no pregão de hoje e atingiu 11.209 pontos, enquanto o índice Hang Seng da bolsa de Hong Kong encerrou o pregão em leve baixa de 0,21% chegando a 14.151 pontos.

Mercado acionário dos EUA aguarda PIB maior

Nos Estados Unidos, as bolsas de valores encerraram a sessão passada em alta, na expectativa da divulgação dos dados finais do PIB do terceiro trimestre. A expectativa é de crescimento de 3,9% no período, número acima dos dois trimestres anteriores.

Nos EUA, o mercado futuro indica abertura em alta das principais bolsas norte-americanas. O contrato futuro de petróleo, negociado na bolsa de Nova York, opera em baixa cotado a US$ 45,51.

Dólar reverte e fecha em alta

Revertendo a tendência de queda verificada nas últimas sessões, o dólar encerrou em alta na terça-feira. Mantendo sua política de não intervenção, o Banco Central comprou pouco montante de moeda norte-americana momentos antes do fechamento do pregão. Apesar das ações continuadas da autoridade monetário no mercado de câmbio, o Ministro Palocci afasta qualquer possibilidade de máxi ou intervenção cambial, bem como mudanças na condução da política cambial exercida pelo BC em 2005. Nesta quarta-feira, o dólar futuro opera em baixa de 0,2581% na BM&F (Bolsa de Mercadorias & Futuros).

Na manhã desta quarta-feira a moeda norte-americana mantém sua tendência de alta acumulando elevação de 0,90%. O dólar comercial está sendo cotado a R$ 2,698 na compra e R$ 2,701 na venda.

Mercado deve atentar para noticiário econômico

O mercado de ações de São Paulo deve seguir atento aos indicadores econômicos externos (PIB dos Estados Unidos) e internos (taxa de desemprego). Nesse sentido, a performance da Bovespa será diretamente influenciada pelos números da maior economia do mundo.

Na esfera interna, o nível de desemprego também é um fator de pressão para os mercados, apontando o ritmo de crescimento da economia. Vale atenção especial a aprovação do projeto de PPP (Parceria Público-Privada). Primeiro porque esse projeto abre expectativas positivas na área de investimentos em infra-estrutura e novas concessões de serviços públicos para empresas privadas. Por outro lado, os estados da federação também devem partir para a aprovação das PPPs estaduais, como é o caso da PPP paulista que aguardava apenas a aprovação da PPP Federal para sair da gaveta.
 


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